terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

COLUNA

NOS BASTIDORES DO PODER

TOINHO AGORA É BOM
Alguns dos fiéis defensores do prefeito Toinho do Pará andam insatisfeitos com a forma como o prefeito agora é tratado depois que desistiu da reeleição. E o alvo são os vereadores pré- candidatos a prefeito. Segundo essas pessoas próximas do prefeito, para os vereadores, agora, Toinho faz uma boa administração, o seu governo vai bem, falta divulgação e por aí vai.

SINUCA DE BICO
Considerado um dos futuros campeões de voto, na próxima eleição para vereador, Zezin Buchin, vem sendo pressionado por muitos correligionários para colocar seu nome a disposição da majoritária para ser candidato a vice-prefeito. Com uma reeleição garantida, Zezin não quer arriscar a dobradinha da majoritária.


SENTINDO FALTA
Pessoas ligadas ao grupo da oposição estão sentido falta de uma aproximação e aparição maior nas mídias da cidade, entre os dois deputados estaduais. Não entendem como é que uma junção que foi tão alardeada está tão solta.

O VALOR DE UMA IMAGEM
A busca por apoios entre os candidatos da situação está deixando todos malucos. A onda agora é tirar fotos e mais fotos ao lado dos apoios. Tem foto em mala, em fabrico, em festa, com líderes partidários. Tem líder fugindo dessas fotos. É força da mídia a serviço dos candidatos.

E Mendoncinha?
Ele disse: “Se dependesse de mim, Ernando já era candidato a prefeito”. Ainda bem que não depende dele, pois Ernando já deu a sua “contribuição” para Santa Cruz e, hoje, politicamente, não tem nada a acrescentar, nem para uma lado nem para o outro, para nossa cidade. Mendocinha quer se apresentar como novo, mas, pelo menos por aqui, continua fazendo a mesma política atrasada do seu pai.


EM ALGUNS LUGARES, ELA NÃO EXISTE MAIS...

Para aqueles que tomam banho e deixam o chuveiro aberto enquanto se ensaboam, escovam os dentes e a torneira desperdiça dezenas de litros em vão.....

Pensem nisto!

Deli, Índia. Todos querem, apenas, um pouco de água...

Aldeões na ilha de Coronilla, Quénia, cavam poços profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300 metros do mar. A água é salobra. 

Dois  Sudaneses bebem água dos pântanos, com tubos plásticos, especialmente concebidos para este fim, com filtro para filtrar as larvas flutuantes, responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné. O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu reduzir em 70% esta enfermidade debilitante. 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Indústria têxtil sofre com a importação desenfreada

O setor de vestuário é um dos mais atingidos pela entrada de produtos chineses
A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) inaugurou na última terça-feira (17) o IMPORTÔMETRO. Um painel que mede as importações brasileiras de produtos têxteis, e apresenta como resultado o número de empregos que deixaram de ser ofertados pelas empresas do setor. Os resultados são alarmantes. De acordo com o painel, somente em janeiro deste ano, esse número já ultrapassa 39 mil postos de trabalho.  Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, o cenário ainda pode piorar se o Governo Federal não adotar medidas eficazes para o setor. ?A única saída para conter a desindustrialização total do setor é a redução da carga tributária ou mesmo a desoneração integral?, ressalta.
Segundo dados do Ministério do Trabalho, referentes ao ano de 2010, o Paraná é o sexto estado em geração de empregos no setor têxtil, com 98 mil postos de trabalho. Atrás de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Ceará. O setor é o segundo que mais emprega no Estado, perdendo apenas para a indústria de alimentos.
Além da facilidade da entrada de produtos importados no Brasil, devido à deficiência da fiscalização, a desvalorização do dólar, segundo Campagnolo, contribui para o aumento da importação, e as medidas adotadas pelo governo apenas minimizam o problema. ?Algumas medidas adotadas recentemente diminuem o problema, mas não resolvem. O governo tinha que desonerar por completo o setor têxtil?, reforça.
Para o presidente da Fiep, a indústria têxtil brasileira é atraente, principalmente pelo design e pela qualidade dos produtos, mas é pouco competitiva pelo custo da operação. ?Nós não queremos criar barreiras para entrada legal dos produtos importados, como está fazendo a Argentina, por exemplo. Esse não é o caminho. O caminho é dar uma condição melhor de competição ao produto brasileiro?.
Brasil importou 4,6 bilhões de dólares em 2011
De acordo com dados levantados pelo departamento econômico da Fiep, o Brasil importou, em 2011, US$4,6 bilhões em produtos têxteis. Isso significa um aumento 21% em relação a 2010, No Paraná, os números são ainda mais alarmantes. O Estado importou em 2011, US$ 181 milhões. Um crescimento de 86% em relação aos US$ 97 milhões do ano anterior. Os países que mais vendem produtos têxteis para o Brasil são China, Índia, Indonésia e Bangladesh.
Campanha ? Além da inauguração do importômetro, a ABIT lançou também uma campanha para colher um milhão de assinaturas e, com isso, pressionar o congresso a adotar medidas mais eficazes para aumentar a competitividade da indústria têxtil brasileira. A Fiep apoia a campanha. O formulário para assinatura, bem como o painel atualizado em tempo real, estão disponíveis no site da ABIT http://www.abit.org.br/.

Setor têxtil tem a maior queda de faturamento em 2011

Do Jornal A Tarde

O setor "outros transportes", que incluí de vagões a helicópteros, passando por elevadores, foi o que apresentou o melhor desempenho da indústria no ano passado, segundo divulgou hoje a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Como era de se esperar, o setor têxtil, um dos principais alvos da concorrência com produtos importados, foi o que apresentou o pior resultado em 2011.

Dos 19 setores avaliados pela CNI, 15 registraram alta no faturamento real no ano passado. Alguns, com crescimento de dois dígitos, como "outros transportes", que registrou um avanço de 28,4% no ano passado na comparação com 2010. O setor foi seguido por material eletrônico e de comunicação (20,6%), couros e calçados (17,5%), produtos de metal (13,2%) e máquinas e equipamentos (7%). Na outra ponta, o setor têxtil registrou encolhimento de 9,2% no faturamento do ano passado sobre o de 2010. Na sequência vieram: madeira (-1,9%), refino e álcool (-0,9%) e alimentos e bebidas (-0,4%).

De acordo com o gerente-executivo de políticas econômicas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flavio Castelo Branco, o ciclo de produção de "outros transportes" é longo. "Além disso, são itens produzidos, muitas vezes, sob encomenda", ressaltou.

O crescimento do total de horas trabalhadas nesse setor também foi o maior do ano passado, conforme o levantamento da CNI: houve uma expansão de 9,9% em 2011 na comparação com o ano anterior. Em seguida vieram Borracha e plástico (7,3%), minerais não-metálicos (4,9%), metalurgia básica (4,2%) e veículos automotores (3,5%). "São segmentos mais direcionados à demanda doméstica e que não possuem tanta concorrência com os importados", avaliou Castelo Branco.

Entre os setores que apresentaram maior queda no total de horas trabalhadas no ano passado ante 2010 estão madeira (-6%), vestuário (-3,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-2,9%), produtos químicos (-2,4%) e couros e calçados (-2,2%). "Aqui, a concorrência com os produtos importados é muito forte", comentou o gerente-executivo.

A Copa (não) é nossa

Do site Sul 21

Por Frei Betto

Para bem funcionar, um país precisa de regras. Se carece de leis e de quem zele por elas, o que acaba valendo é a anarquia. O Brasil possui mais leis que população. Em princípio, nenhuma delas pode contrariar a lei maior – a Constituição. Só em princípio. Na prática, e na Copa, a teoria é outra.
Diante do megaevento da bola, tudo se enrola. A legislação corre o risco de ser escanteada e, se acontecer, empresas associadas à FIFA ficarão isentas de pagar impostos.
A lei da responsabilidade fiscal, que limita o endividamento, será flexibilizada para facilitar as obras destinadas à Copa e às Olimpíadas. Como enfatiza o professor Carlos Vainer, especialista em planejamento urbano, um município poderá se endividar para construir um estádio. Não para efetuar obras de saneamento…
A FIFA é um cassino. Num cassino, muitos jogam, poucos ganham. Quem jamais perde é o dono do cassino. Assim funciona a FIFA, que se interessa mais por lucro que por esporte. Por isso desembarcou no Brasil com a sua tropa de choque para obrigar o governo a esquecer leis e costumes.
A FIFA quer proibir, durante a Copa, a comercialização de qualquer produto num raio de 2 km em torno dos estádios. Excetos mercadorias vendidas pelas empresas associadas a ela. Fica entendido: comércio local, portas fechadas. Camelôs e ambulantes, polícia neles!
Abram alas à FIFA! Cerca de 170 mil pessoas serão removidas de suas moradias para que se construam os estádios. E quem garante que serão devidamente indenizadas?
A FIFA quer o povão longe da Copa. Ele que se contente em acompanhá-la pela TV. Entrar nos estádios será privilégio da elite, dos estrangeiros e dos que tiverem cacife para comprar ingressos em mãos de cambistas. Aliás, boa parte dos ingressos será vendida antecipadamente na Europa.
A FIFA quer impedir o direito à meia-entrada. Estudantes e idosos, fora! E nada de entrar nos estádios com as empadas da vovó ou a merenda dietética recomendada por seu médico. Até água será proibido.
Todos serão revistados na entrada. Só uma empresa de fast food poderá vender seus produtos nos estádios. E a proibição de bebidas alcoólicas nos estádios, que vigora hoje no Brasil, será quebrada em prol da marca de uma cerveja made in usa.
Comenta o prestigioso jornal Le Monde Diplomatique: “A recepção de um megaevento esportivo como esse autoriza também megaviolação de direitos, megaendividamento público e megairregularidades.”
A FIFA quer, simplesmente, suspender, durante a Copa, a vigência do Estatuto do Torcedor, do Estatuto do Idoso e do Código de Defesa do Consumidor. Todas essas propostas ilegais estão contidas no Projeto de lei 2.330/2011, que se encontra no Congresso. Caso não seja aprovado, o Planalto poderá efetivá-las via medidas provisórias.
Se você fizer uma camiseta com os dizeres “Copa 2014”, cuidado. A FIFA já solicitou ao Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) o registro de mais de mil itens, entre os quais o numeral “2014”.
(Não) durmam com um barulho deste: a FIFA quer instituir tribunais de exceção durante a Copa. Sanções relacionadas à venda de produtos, uso de ingressos e publicidade. No projeto de lei acima citado, o artigo 37 permite criar juizados especiais, varas, turmas e câmaras especializadas para causas vinculadas aos eventos. Uma Justiça paralela!
Na África do Sul, foram criados 56 Tribunais Especiais da Copa. O furto de uma máquina fotográfica mereceu 15 anos de prisão! E mais: se houver danos ou prejuízo à Fifa, a culpa e o ônus são da União. Ou seja, o Estado brasileiro passa a ser o fiador da FIFA em seus negócios particulares.
É hora de as torcidas organizadas e os movimentos sociais porem a bola no chão e chutar em gol. Pressionar o Congresso e impedir a aprovação da lei que deixa a legislação brasileira no banco de reservas. Caso contrário, o torcedor brasileiro vai ter que se resignar a torcer pela TV.

Em feriados, risco de fraude no comércio aumenta. Veja dicas para se proteger

SÃO PAULO – Feriados são muito utilizados por criminosos para suas investidas, já que o comércio normalmente fica mais aquecido. E nesta quarta-feira (25), em que se comemora o aniversário da Cidade de São Paulo, é preciso estar atento a essa questão.
De acordo com o gerente de solução antifraudes da Serasa Experian, Celso Rodrigues, em épocas muito movimentadas no varejo, o principal risco do consumidor é ter seus documentos ou dados pessoais utilizados por fraudadores. No comércio, a tentativa de fraude mais comum é uma pessoa se passar por outra.
Para o comerciante, cair nesse golpe significa que ele não vai receber o pagamento, aumentando assim a inadimplência em seu estabelecimento. O ideal, portanto, é identificar se o documento que está sendo utilizado na compra é de fato da pessoa que esta comprando.
Caso consiga identificar que os dados informados são inconsistentes, as chances de evitar prejuízo são maiores. Vale lembrar que a Serasa Experian possui o serviço de Alerta de Identidade. Na hora de uma transação, o empresário pode fazer uma consulta ao serviço e analisar o histórico daquele documento.
Desta forma ele ajuda o comércio a reduzir a inadimplência causada por fraudes e protege a identidade do proprietário dos documentos apresentados.
Dicas para evitar golpes:
Peça sempre dois documentos originais;Verifique se as informações fornecidas pelos clientes são verdadeiras;Confirme a relação de endereço e telefone;Confira atentamente o comprovante de residência, confrontando com o documento de identificação apresentado.É importante, também, se não se sentir seguro mesmo com as verificações acima, pedir que uma parte ou todo o pagamento seja feito à vista.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

QUEM OLHA DE FORA OLHA MELHOR

Por Gustavo Bezerra

Após o jogo do Ypiranga conversei com um amigo da imprensa de Araripina que veio fazer a cobertura do jogo. Ele falou um pouco sobre o jogo e durante essa conversa me informou que a Prefeitura da cidade destina para o time do Araripina R$ 70 mil por mês. Pasme vocês, isso mesmo, R$ 70 mil. Acharam muito? Pois eles não acham e cobram mais. A imprensa esportiva de Araripina entende que pela divulgação do nome da cidade deveria ser mais.
Há um bom tempo morando no sertão do Araripe o amigo sentenciou: “A gente só sabe o potencial e o valor que Santa Cruz tem quando a gente vai morar fora".
Se levarmos em conta que o Campeonato Pernambucano, entre a montagem de um time e a competição em si, leva algo em torno de cinco meses, a Prefeitura de Araripina desembolsa R$ 350 mil para o time do Araripina.
É bom saber desse valor, é bom saber que a imprensa de Araripina acha pouco, deveria ser mais. Seria bom saber quanto a nossa prefeitura dar ao Ypiranga, seria bom comparar as duas ajudas, seria bom medir as duas economias – Araripina/Santa Cruz – e por fim, com essas comparações perceber se estamos acomodados, anestesiados, se os nossos políticos merecem placas em homenagem à ajuda ao Ypiranga.
O santacruzense ausente nos deixou um recado inteligente: “A gente só sabe o potencial e o valor que Santa Cruz tem quando a gente vai morar fora".

Bancos não compensarão cheques com data de 2011

SÃO PAULO – A partir de fevereiro, os bancos passarão a devolver os cheques datados com 2011.
Segundo informações da Febraban (Federação Brasileiro de Bancos), os cheques datados erroneamente serão devolvidos por preenchimento inadequado.
Durante o mês de janeiro, os bancos adotaram procedimentos de verificação para checar se a folha preenchida com 2011 não foi emitida além do prazo permitido em norma para sua compensação.
A medida foi tomada por conta do fato de muitas pessoas errarem o preenchimento do cheque devido à mudança de ano. Comprovado o equívoco do cliente no preenchimento, a compensação do cheque ocorria normalmente.
Cuidados com chequesPassado um mês do início do ano, os consumidores devem ter atenção redobrada ao preenchimento.
Além disso, para evitar qualquer problema, emita sempre cheques nominais e cruzados e não deixe que outra pessoa preencha as folhas.
Vale lembrar também de nunca deixar espaços em branco entre os números ou palavras e escrever no verso do cheque uma declaração de sua finalidade e o endosso do emitente.
Por fim, guarde os talões em local seguro e ande apenas com algumas folhas na carteira. E de maneira alguma deixe cheques assinados em branco, soltos ou no talão.

Frente parlamentar quer incluir novos segmentos no Simples em 2012

Do Portal Unicred Empresarial

SÃO PAULO – A Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa definiu sua meta para 2012 e pretende atuar de forma mais incisiva na inclusão de novos segmentos no Simples Nacional. A informação é da Agência Câmara de Notícias.
Dentre os segmentos, estão escritórios de advocacia, clínicas fisioterápicas e microfabricantes de bebidas alcoólicas.
Outras medidasAlém disso, outras ações deverão ser viabilizadas ao longo deste ano, tais como a criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, prevista no Projeto de Lei 865/11, e a criação de critérios para a incidência da substituição tributária sobre as empresas participantes do Simples Nacional, esta última considerada a mais complexa.
Atualmente, o Código Tributário Nacional permite que os fiscos estaduais obriguem uma única empresa a recolher antecipadamente todo o ICMS da cadeia de consumo. Para o fisco, a sistemática costuma ser vantajosa, já que concentra a fiscalização somente sobre o responsável pelo recolhimento do imposto, chamado de “substituto tributário”. Contudo, o mesmo não costuma ocorrer com as MPEs (micro e pequenas empresas).
“Para essas empresas obrigadas a atuar como substituto, porém, o regime traz um impacto financeiro significativo, o que acaba anulando boa parte do benefício garantido pelo Simples Nacional, que reuniu sobre um mesmo guarda-chuva seis tributos, incluindo o ICMS”, diz o presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, Pepe Vargas.
Proposta técnicaVargas explica ainda que a frente parlamentar já tem uma proposta técnica para limitar a substituição tributária sobre as MPEs e ela já foi apresentada no ano passado ao Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).
Segundo ele, a medida tem como intuito criar “critérios de elegibilidade” para definir que tipos de produtos poderão entrar no regime de substituição tributária, criando uma lista enxuta, como hoje ocorre com o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), em que a figura da substituição só é usada pelo governo federal em alguns setores, como a geração de energia elétrica, combustíveis e bebidas.
“Temos [Congresso] a prerrogativa para legislar sobre isso. Mas como afeta a arrecadação dos estados, queremos encontrar uma solução negociada”, informou Vargas.

sábado, 28 de janeiro de 2012